Objetivo: Compreender as dinâmicas do grupo em trabalho, pensando a relação das pessoas participantes com o espaço vivido (pode ser da escola, do bairro, da cidade…). Produzir trocas e interações entre elas, de modo a estimular o trabalho coletivo e a aproximação entre equipe e participantes.
Mapa
Afetivo
Material:
Cartolinas (podem ser unidas com fita adesiva, ampliando a área para desenho) ou papel pardo, material para desenhar.
Comentando a atividade:
“Uma coisa bem diferente foi um aluno que desenhou de forma bem legal a pequena, mas extensa, mureta azul do CAP. Outra coisa interessante nessa parte foi o trabalho em conjunto feito pelo Renan e mais alguns alunos, que desenharam a escola no meio do mapa e foram debatendo e se ajudando sobre a melhor forma para fazer. Eles não entraram em qualquer conflito e fizeram um belo trabalho, terminando o prédio de uma forma que pareceu satisfazê-los. Sobre os alunos que desenharam individualmente, nós colamos os seus desenhos após o mapa ter sido finalizado.”
Desenvolvimento
Dividir a turma em grupos de quatro a cinco participantes. Perguntar às pessoas participantes o que elas imaginam que seria um mapa afetivo, indicando que este é o nome da atividade que irão realizar. Destacar a dimensão “afetiva” do mapa, que que deve representar os lugares escolhidos em função dos afetos das pessoas do grupo em relação a eles. Explicar qual será o território a ser mapeado (escola, bairro, cidade), dizendo que cada mapa deve ser construído coletivamente pelo grupo. Que lugares no território escolhido são importantes para o grupo? Que sentimentos eles produzem? Onde é bom estar? E onde não gostam de estar?
Posicionar as cartolinas no chão, convidando os grupos para sentarem-se ao redor e indicar o tempo que terão para elaborar o mapa. Durante a atividade, circular pelos grupos para acompanhar o processo, fazendo perguntas aos grupos sobre os desenhos e observando como trabalham.
Reservar tempo para que os grupos apresentem entre si os mapas produzidos, explicando os lugares e desenhos feitos. A facilitação deve fazer perguntas para entender os desenhos, comentar possíveis aproximações e diferenças entre os mapas produzidos.
Se possível, ao final da atividade afixar os mapas na parede do espaço utilizado, para que todos/as possam observar os detalhes dos desenhos.
